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Direitos Humanos
13/03/2019
Intervenção em plenário sobre o Afeganistão

Nos últimos 17 anos, os Aliados, no quadro da ISAF, CEPOL e outras missões da União Europeia, quiseram dar voz a todos o que o regime talibã oprimia: mulheres e minorias étnicas, em especial. A história ensinou uma lição sangrenta ao Afeganistão: de que não há paz sem inclusão e com o poder entregue aos senhores da guerra.

Ora, o acordo de paz que está a ser negociado entre a administração Trump e os Talibãs com vista a uma retirada de tropas a mata cavalos do Afeganistão é muito preocupante. Não inclui as vozes das mulheres afegãs, dos jovens, da sociedade civil, nem sequer do governo democraticamente eleito. Os parcos ganhos de inclusão c duramente conquistados estão sob ameaça e podemos voltar a ver a maioria população afegão - mulheres e crianças - barbaramente oprimidas. Negociar assim não é negociar, é trair! Como se vê pelos ataques crescentes dos Talibãs contra civis e militares no Afeganistão.

À União Europeia não basta agitar o tal acordo de parceria e de cooperação que pode não valer o papel em que está escrito. Temos que nos fazer ouvir politicamente e evitar o retrocesso civilizacional que tornará em vão o tal acordo de parceria e cooperação e os esforços financeiros e humanitários e os sacrifícios de vidas de tantos civis e militares afegãos e também dos aliados - incluindo Europeus - naquele país.

 

 

 
 
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